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24/01/2003
FSM: Ativistas protestam contra a expansão da energia nuclearCentenas de pessoas simularam suas mortes caso acontecesse um acidente nuclear, formando o símbolo da energia nuclear. Fotos: Patrícia Zerlotti A Coalizão Rios Vivos participou hoje no Fórum Social Mundial de uma manisfestação contra a expansão da energia nuclear no Brasil. Os manisfestantes se reuniram às 12 horas, em frente ao anfiteatro Pôr-do-Sol, o protesto foi organizado pela ONG Greenpeace e teve o apoio do Programa Energia da Rios Vivos. O protesto foi endereçado ao presidente do país, Luís Inácio Lula da Silva, pedindo que impeça a construção de Angra III e invista em fontes renováveis como a energia eólica e solar. Os manisfestantes lembraram que a energia nuclear já causou catástrofes que não se pode medir os impactos sociais e ambientais. Centenas de ativistas simularam suas mortes caso acontecesse um acidente nuclear. O protesto começou ao som de sirenes que alertavam a o perigo da energia nuclear. Os participantes deitaram ao lado de enormes faixas com os dizeres: “Angra III Não!” e Energia Renovável Já!” O ato também marcou o início da campanha “Escolha Energia Positiva” no Brasil que faz parte de um esforço mundial do Greenpeace pela implementação de energia sustentável.
Oficina
Amanhã, dia 25 de janeiro, a Coalizão Rios Vivos juntamente com outras ONGs promove no FSM 2003, a oficina “Estratégias frente a expansão nuclear no Brasil e na Argentina”. O debate será sobre as perspectivas para a expansão nuclear no Brasil e na Argentina, os acordos bilaterais - entre Argentina e Austrália, Brasil e Alemanha, Brasil e França - e seus impactos para os países do Mercosul, financiamento internacional para energia nuclear e estratégias para evitar a finalização de Angra III no Brasil e Atucha II, na Argentina. Os trabalhos ocorrem das 13:30 às 16:30, na PUC, prédio 50, sala 510. Yara Medeiros |
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