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Espaço Aberto

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O Espaço Aberto é um canal para que os leitores possam trocar informações, idéias, dar opiniões, sugestões e promoverem debates sobre diversos temas.

 

 


Amazônia perde 29 áreas protegidas
Folha de S. Paulo

 

"Entre 2008 e 2009, 49 mil km2 foram retirados das áreas de conservação sem consulta pública e estudo técnico"

Por pressão de madeireiros, fazendeiros, mineradores ou do próprio governo, 29 áreas protegidas na Amazônia foram reduzidas ou extintas entre 2008 e 2009.

O total de florestas perdidas no processo foi de 49 mil km2, quase um Rio Grande do Norte. As reduções ocorreram sem consultas públicas ou estudos técnicos, como manda a lei.

Os dados são de um estudo inédito do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), e está disponível na internet (www.imazon.org.br).

Os pesquisadores Elis Araújo e Paulo Barreto levantaram 37 iniciativas entre novembro de 2008 a novembro de 2009 para reduzir 48 unidades de conservação ou terras indígenas na Amazônia.
Até julho deste ano, 23 propostas haviam sido concluídas -93% delas resultaram em perda de área na unidade de conservação.

O Estado de Rondônia, o mais desmatado da Amazônia, é o campeão: reduziu duas unidades de conservação estaduais e extinguiu dez, além de ter negociado com o governo a redução da Floresta Nacional Bom Futuro, unidade federal.

"Como eles perderam um terço da cobertura florestal, o que sobrou são áreas protegidas", diz Araújo. "A indústria madeireira lá ainda é forte. As unidades de conservação sofrem muita pressão."

O instrumento usado pelo governo do Estado para acabar com as áreas protegidas foi próprio zoneamento ecológico-econômico do Estado, lei que disciplina a ocupação das terras. As unidades de conservação nas zonas de intensificação da produção foram consideradas extintas.

A Folha procurou a secretaria do Meio Ambiente de Rondônia por toda a sexta-feira, mas não foi atendida.

Outro caso foi o do Parque Estadual do Xingu, em Mato Grosso. Ele foi reduzido com o apoio da população de Vitória do Xingu para dar lugar a um empreendimento agropecuário, que não veio.

"E a cidade ainda perdeu o repasse do Arpa [programa federal que dá dinheiro a regiões com unidades de conservação]", diz Araújo.


Brasíliana Eletrônica - Projeto resgata a memória

O projeto Brasiliana Eletrônica apresenta a versão digitalizada da Coleção Brasiliana.

As obras foram revisadas, sua ortografia atualizada, e são acompanhadas de apresentações críticas e biografias dos autores, preparadas por grandes especialistas acadêmicos.

Clique aqui para acessar o site.


Publicação

Confira no Terra América, uma publicação do PNUMA, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o que está sendo feito no Golfo domèxico para saber o que está se passando depois que 5 milhões de barris foram derramados pela Britsh Petroleum.
 
Clique aqui e confira a publicação na íntegra.


É de conhecimento geral, mas é bom ter atenção: "Plantadores de soja e frigoríficos são os fornecedores de 95% da matéria-prima.

Na média dos últimos 11 meses, de acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), a soja ficou com 79% e o sebo, com 16%. Em terceiro lugar, com menos de 3%, aparece o óleo de girassol. A mamona, carro-chefe da publicidade oficial, não aparece." Em noticia de 2009.


Espaço do leitor

"Prezados amigos do ECOA Primeiramente, parabenizo-os por essa nobre ação e missão em que estão envolvidos. Recentemente fui convidado a participar de um fórum de debate promovido pelo Ministério da Saúde com o tema "Da Saúde da cana para a Saúde do trabalhador". Ocorreu em Piracicaba-SP nos 16,17 e 18 de agosto do corrente. Infelizmente todo o debate foi focado, exclusivamente, sobre a saúde do trabalhador envolvido no corte da cana. Todas as demais questões relacionadas a atividade sucroalcooleira foram tratadas com certo desdém. Me ficou a nítida impressão que a maioria dos acadêmícos e profissionais especializados na saúde do trabalhador presentes no evento apostam na continuidade do corte braçal da cana, portanto se prenderam ao debate de como amenizar o sofrimento do cortador de cana para que os mesmos continuem nesta degradante atividade. Ao meu ver " estão focando na árvore e não estão enxergando a floresta". Sou morador em Piracicaba-SP a 55 anos conheço bem os problemas dos impactos relacionados à atividade sucroalcooleira. Para mim e uma grande parcela dos moradores d as regiãos canavieiras o etanol e o açucar nos custa muitíssimo caro . Precisamos, urgentemente do apoio dos militantes das causas ecológicas para revertermos tal situação. Encaminho abaixo o conteúdo de minha palestra no referido evento. Fico antecipadamente grato pela atencão."

Clique aqui e confira o conteúdo da palestra citado no texto.

Comentário enviado pelo leitor Rui Marcos Lopes Corrêa, Técnico da Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo e Presidente do Sindicato dos Servidores da Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo-Sindefesa-SP.


Usina rio Corrente

"Sou um turista e frequento o rio correntes e piquiri desde 1990, e estou vendo ele MORRER a cada ano que vou ai; não sei como podem fazer isso com a nossa natureza... Fica aqui meus pesames pelas atitudes das pessoas competentes pela morte dos nosssos RIOS." enviado pelo leitor Humberto Lattaro Mazzaro.


Soja deve continuar sendo a principal fonte para produção de biodiesel no país
FSP, 11/8, Mercado, p.B10.

"O Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB), implantado em janeiro de 2005 pelo governo federal, mostrou-se eficaz em ampliar a capacidade de produção do biocombustível, permitindo a antecipação da mistura de 5% ao diesel fóssil em três anos. Um dos principais objetivos do PNPB, no entanto, não foi alcançado: a diversificação de fontes para a produção de biocombustível. A soja tem sido e deve seguir como a principal matéria-prima, respondendo por cerca de 80% da produção nos próximos anos", artigo de Amaryllis Romano.


País enfrenta 'epidemia' de queimadas neste ano
FSP, 11/8, Cotidiano, p.C6.

O Brasil enfrenta uma severa temporada de queimadas em 2010, segundo dados do Inpe. Em julho, foram registrados 9.230 focos de calor no país, um aumento de 194% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse é o pior número desde 2005. Mato Grosso, Tocantins, Pará e Maranhão lideram o ranking entre 1 de julho e 10 de agosto. No acumulado do ano, os registros de possíveis queimadas tiveram salto de 72%. Dados do Inpe mostram que o fogo avança também sobre áreas protegidas. Foram ao menos 3.040 focos em 110 áreas protegidas em julho, incluindo 12 parques nacionais e 57 terras indígenas. A ilha do Bananal (TO) concentra quase 40% dos focos registrados em áreas protegidas no período. A região mais afetada é o Parque Indígena do Araguaia.


Perigo globalizado

Bactéria mutante resistente a todos os antibióticos disponíveis deixa o mundo em alerta
Publicada em 11/08/2010 às 11h38m
O Globo com agências internacionais


LONDRES - Uma nova linhagem de bactéria que vem se espalhando rapidamente e tem se mostrado resistente à maioria dos antibióticos está deixando a comunidade médica do mundo inteira em alerta, anunciaram os cientistas num artido publicado na revista "Lancet" nesta quarta-feira. A bactéria mutante, que seria uma forma mais resistente da E.coli, pode levar à morte por pneumonias e infecções urinárias e seria contraída pela água. Os primeiros casos surgiram na Índia e no Paquistão e chegaram ao Reino Unido através de ingleses que foram à Índia para se submeterem a cirurgias estéticas e tratamentos médicos. O temor é que agora ela se espalhe pelo mundo.

A bactéria mutante tem uma enzima chamada de NDM-1, produzida por um novo gene que confere altíssimo nível de resistência aos antibióticos. Em três anos, explicou o professor Tim Walsh, da Universidade de Cardiff, o descobridor do gene, a prevalência da bactéria era de apenas de 1% a 3 % dos pacientes com infecções enterobacterianas na Índia.

- É incrível como a expansão da bactéria foi rápida, graças à globalização e ao turismo médico - explica Walsh. O gene agora pode chegar a qualquer lugar rapidamente.

Walsh disse que é não é possível prever a prevalência da bactéria no Reino Unido, mas a Agência de Proteção à Saúde do país lançou um alerta aos médicos. O grande temor é a falta de medicamentos que possam combatê-la. Segundo os cientistas, mesmo que se comece a investir agora em novos antiobióticos, eles não estarão disponíveis rapidamente.

- Temos um prazo de 10 anos para desenvolver um medicamento capaz de tratar esse tipo de infecção. É a primeira vez que chegamos a um estágio tão ameaçador com este tipo de bactéria.
       


Especialistas elegem cinco construções verdes dos últimos 30 anos

Fonte: Terra - 30.07.2010

Estados Unidos - Para edição do mês de agosto de 2010, a revista Americana Vanity Fair perguntou a 90 especialistas quais seriam as "maiores obras arquitetônicas dos últimos 30 anos". Com 28 votos, o Museu Guggenheim Bilbao, de Frank Gehry, foi o grande vencedor, seguido pelo Menil Collection, de Renzo Piano. A lista contou ainda com outras XIX construções tidas como as mais importantes ou memoráveis da arquitetura moderna.

Para o arquiteto e colunista da Architect Magazine, Lance Hosey, a única falha da seleção foi excluir as construções sustentáveis das candidatas. "Até as obras selecionadas de Piano e Norman Foster, arquitetos reconhecidos pela alta performance ambiental, são velhas e das menos ambiciosas. Pelo que eu vi, a sustentabilidade não tem sido o foco da elite da arquitetura", opina.

Para Hosey, embora as construções verdes tenham-se popularizado com mais intensidade nas últimas três décadas, o fosso entre os padrões de excelência em design e desempenho ambiental pode ser cada vez maior. Pensando nisso, ele decidiu criar sua própria lista das "cinco construções verdes mais importantes desde 1980".

Para isso, o arquiteto perguntou a 150 especialistas dos Estados Unidos, Europa e Ásia quais seriam os melhores representantes da área. Os selecionados foram o Centro de Estudos Ambientais Adam Joseph Lewis; a Academia das Ciências da Califórnia; o Genzyme Center; o bairro de BedZED, no Reino Unido, e o Centro Ambiental Philip Merrill da Fundação Baía de Chesapeake.


Ônibus a biodiesel reduz 30% da poluição

Testes feitos em ônibus do transporte coletivo de Curitiba (PR) movidos totalmente a biodiesel mostram que houve redução de 30% no índice médio de monóxido de carbono e queda de 25% de fumaça expelida no ar. A implantação da chamada Linha Verde de Curitiba, com seis ônibus movidos 100% a biocombustível -à base de soja, o B 100-, completou, neste mês, um ano. Por causa dos bons resultados, essa pequena frota será expandida para 150 ônibus -10% do total de veículos de Curitiba- até 2012. Os testes foram feitos comparando ônibus abastecido com óleo diesel comum e outro movido a biocombustível - FSP, 1/8, Cotidiano, p.C5.


Relatório Anual Imaflora - 2009

O relatório apresenta os projetos e as conquistas do Imaflora que marcaram o ano 2009.
Como ressaltamos na apresentação do documento, 2009 foi um ano que nos colocou novos desafios. Em razão da instabilidade que o marcou, fomos buscar novas maneiras de, como bem definiu Sérgio Esteves, presidente do nosso Conselho Diretor, conjugar ética e agilidade, planejamento e versatilidade, estruturas e participação social.

Nosso principal financiador institucional, Oxfam Novib anunciou o encerramento de suas atividades na América Latina, o que nos levou a procurar novas fontes de receita junto a uma diversidade maior de instituições. Com sucesso.

Pelo segundo ano seguido, nossas decisões têm sido tomadas de forma compartilhada pelo Comitê de Gestão e Estratégia, o que vem sendo revertido em análises mais qualitativas, plurais e ainda na formação e renovação de lideranças. Em 2009, exercemos intensamente o papel que costumamos estimular: a participação em debates de temas que consideramos relevantes para a sociedade. Isso vem se dando na esfera local, por meio de nossa atuação em Piracicaba e na esfera nacional, especialmente na discussão em torno da necessidade de mudanças no Código Florestal.

Dois mil e nove foi ainda um ano no qual nossas atividades cresceram bastante. Passamos a atuar em áreas novas, como a avaliação de projetos de carbono e intensificamos nosso trabalho nas Unidades de Conservação, bem como na certificação agrícola, da cadeia de custódia e dos produtos comunitários.

Abaixo, destacamos alguns pontos do relatório relativo a 2009, reiterando que encaramos essa prestação de contas também como uma forma de diálogo com a sociedade e que convidamos todos a participar dele conosco.

Nos Indicadores Gerais fornecemos dados quantitativos sobre os resultados da certificação, desde 1995. Estão contabilizados o total de empreendimentos, de áreas certificadas, de ecossistemas protegidos ou em recuperação, de famílias e comunidades beneficiadas, distribuição por estados, por biomas e por gênero.

Divulgamos nossos indicadores internos ambientais e sociais, incluindo consumo de água, energia elétrica, de papel para impressão, emissão de carbono, descarte e reciclagem de material de escritório, entre outros dados. O resumo dos indicadores internos e eternos está no balanço social modelo IBASE.

O crescimento das atividades de certificação pode ser confirmado por meio de informações quantitativas e de avaliações qualitativas por áreas: Certificação Florestal, Comunidades, Produtos Florestais Não Madeireiros; Cadeia de Custódia e Agrícola. Detivemo-nos em um relato mais aprofundado sobre a re-certificação da unidade de Mucuri, da Suzano. Iniciamos o programa de auditorias não programadas, em linha com as exigências da Rede de Agricultura Sustentável. O objetivo dessas visitas é avaliar os aspectos de rastreabilidade e sociais praticados pelos empreendimentos nos períodos da safra. Em parceria com a Rainforest Alliance iniciamos a certificação de serviços ambientais com base nas normas do sistema internacional CCBA, Aliança pelo Clima, Comunidade e Biodiversidade.

Trabalhamos muito na capacitação de técnicos para a implementação das normas da Rede de Agricultura Sustentável de maneira a tornar possível e execução da meta da Nestlé-Nespresso. Da mesma maneira, capacitamos produtores de cacau, familiares ou - originários de assentamentos de reforma agrária. Focamos nossa ação nas Unidades de Conservação, na Calha Norte, na gestão participativa, com duas vertentes: a capacitação e funcionamento dos conselhos dessas Unidades e a capacitação das comunidades do interior e do entorno das florestas estaduais. No campo da comunicação, aperfeiçoamos processos, reformulamos nossa página digital, concluímos o diagnóstico para a construção da intranet e extranet, produzimos o vídeo ‘ De onde vem o seu café?” Treinamos porta-vozes, desenvolvemos diversas publicações, lançamos nosso boletim externo e realizamos um curso para jornalistas, em Piracicaba.

Por fim, está o detalhamento das operações financeiras e demonstrações contábeis do exercício.
Para fazer o download do relatório em nossa biblioteca, clique aqui.
 


Oceano mais quente influenciou clima

Os meteorologistas e a ciência conseguem explicar porque choveu tanto no litoral e na Zona da Mata de Alagoas e Pernambuco desde 15 de junho. É sabido que o inverno no Nordeste é chuvoso. Este ano, ele está sendo ainda mais, explica Francis Lacerda do Laboratório de Meteorologia de Pernambuco, porque o oceano Atlântico, naquela altura, está até 1,5 oC mais quente. A água evapora. Os ventos fortes que sopram da direção do alto mar empurram as nuvens para o continente. São as chamadas ondas de leste. Na semana retrasada, havia ainda uma forte frente fria que subia para o norte, trazendo mais umidade - FSP, 27/6, Cotidiano, p.C2.


Temperatura sobe mais no semiárido nordestino

Dados mostram que as temperaturas no sertão nordestino estão ficando mais altas com o passar do tempo e as chuvas têm ocorrido com menor intensidade. Segundo o meteorologista do Inpe Paulo Nobre, enquanto em alguns lugares do semiárido no Nordeste a temperatura máxima diária aumentou até 3°C nos últimos 40 anos, a média do aumento da temperatura no mundo no mesmo período foi de 0,4°C. O assunto será abordado em conferência na reunião anual da SBPC, em julho.

A temperatura máxima diária em Vitória de Santo Antão (PE), por exemplo, saltou de 31,5°C para 35°C. Com o aquecimento, a água disponível no solo evapora mais rapidamente e dá origem a nuvens maiores e mais carregadas de vapores de água - isso resulta em chuvas mais intensas, seguidas de longos períodos de seca - OESP, 27/6, Vida, p.A25.


Eficiencia não é sexy

Frente ao atual risco de problemas no abastecimento de energia elétrica, resolvi buscar duas frases de HOWARD GELLER diretor-executivo da Sweep:

- "A eficiência energética não é sexy. Você não tem grandes projetos nem fortes interesses econômicos (...). Não há uma eficiência 'energeticabras'"
- "O Brasil vai precisar de mais energia [por causa da pobreza etc.] (...), mas, em vez de crescer o consumo a um ritmo de 4% a 5% ao ano, poderia crescer a 2% ou 3% com medidas para melhorar a eficiência."

Na Folha de São Paulo do dia 2 de junho de 2007.


Só duas regiões de São Paulo escapam do índice alarmante de poluição por ozônio

A poluição do ar por ozônio é um problema grave em quase todo o Estado de São Paulo. De um total de 32 áreas avaliadas entre 2007 e 2009, apenas duas ainda não estão saturadas pelo poluente. A situação da Região Metropolitana da cidade de São Paulo é motivo de grande preocupação: de 14 estações de monitoramento, dez tiveram poluição "severa" - o nível mais alto possível. Toda a capital já enfrenta concentração crítica desse poluente. Os dados são da Cetesb.

As regiões do Parque do Ibirapuera e da USP, onde muitas pessoas se exercitam, estão entre as mais problemáticas - OESP, 18/6, Metrópole, p.C1.


Valor Econômico 18 de junho

A Cosan vai ser fiadora de crédito de R$ 711,4 milhões do BNDES para sua controlada Barra Bioenergia. O financiamento será usado para realizar investimentos em co-geração de energia de biomassa nas filiais de Bonfim, Univalem, Ipaussú e Barra, segundo comunicado.


Nuclear contra a pobreza e mudanças climáticas! O remédio do "estratego" do governo federal.
Trechos do artigo de Samuel Pinheiro no jornal Valor Econômico de 11/06/2010

"A solução da crise ambiental depende da transformação da matriz energética, em especial das usinas de geração de eletricidade de modo a que venham a utilizar fontes "limpas" de energia. Os países que são importantes emissores de gases não têm recursos hídricos suficientes ou não têm capacidade para gerar economicamente energia eólica e solar.

Resta a energia nuclear para gerar energia elétrica em grande escala, uma vez que boa parte dos problemas ambientais e de segurança estão superados. Patrick Moore, fundador do Greenpeace, declarou: "A energia nuclear é a única grande fonte que pode substituir os combustíveis fósseis".

Das reservas de urânio, 81% se encontram em seis países. O Brasil tem a 6ª maior reserva de urânio e a estimativa é de que possa vir a deter a terceira maior. O Brasil é um dos oito países que detêm o conhecimento do ciclo completo do enriquecimento de urânio e a capacidade industrial para produzir todas as etapas do ciclo. A China e a Índia, com populações em situação de extrema pobreza, terão de instalar capacidades extraordinárias de usinas não poluentes para aumentar a oferta de energia elétrica sem aumentar suas emissões de CO2.

Ao contrário da enorme maioria dos países que assinaram o Protocolo Adicional, o Brasil conquistou o domínio da tecnologia de todo o ciclo de enriquecimento do urânio e tem importantes reservas de urânio. Só três países - Brasil, Estados Unidos e Rússia - têm tal situação privilegiada em um mundo em que a energia nuclear terá de ser parte importante e indispensável da nova economia livre de carbono, fundamental à sobrevivência da humanidade. Aceitar o Protocolo Adicional e a internacionalização do enriquecimento de urânio seria um crime de lesa-pátria."

Samuel Pinheiro Guimarães é ministro chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE)
 


Janelas de energia

Tenho acompanhado algumas inicitivas do governo Obama na área de energia e a impressão que tenho é que está avançando no caminho do intenso desenvolvimento tecnológico no setor, como mostra a matéria abaixo sobre janelas eficientes. Apesar de termos no horizonte brasileiro medidas importante anunciadas,  como a do chuvero híbrido elétrico/solar, é necessário aprofundar com políticas ousadas de investimento. Assim o país poderia compartilhar a vanguarda com os americanos. Não dá para esconder-se atrás do discurso "etanolista" e barrageiro.
Alcides Faria
 

Departamento de Energia dos EUA aprova Champion Window como fornecedora para programa de janelas de alta eficiência
Reuters - 14.06.2010

Estados Unidos - A Champion Window and Patio Room Company foi aprovada, no último dia 27 de maio, como uma das 33 fornecedoras do Programa de Aquisição em Massa de Janelas com Alto Isolamento R-5 Windows e Low-E Storm, do Departamento de Energia (DOE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, parte de uma estratégia plurianual integrada para transformar o mercado de janelas de alta eficiência. De acordo com o DOE, o novo programa de aquisição em massa de janelas facilitará um comprometimento mais amplo com essas janelas, aproximando as manufatureiras dos compradores que desejam comprar uma grande quantidade de janelas e estabelecendo expectativas de desempenho para janelas de eficiência energética.
 
O programa inclui tanto janelas com isolamento R-5 quanto janelas com Low-E Storm. Ao substituir janelas, os modelos R-5 podem reduzir de 30% a 40% as perdas de calor em relação a uma típica janela R-3 eficiente energeticamente disponível atualmente no mercado. Com as janelas de desempenho energético superior, a substituição pode se tornar uma medida ainda mais efetiva financeiramente para reformas em construções. As janelas que fazem parte do programa devem ter certificação de desempenho térmico do Conselho Nacional de Classificação de Fenestração e o certificado de estrutura mínima de acordo com o Padrão Norte-Americano de Fenestração.
 
O programa recebeu uma atenção significativa das manufatureiras, da indústria de construções e de outros agentes chave da indústria. Mais de 50 propostas elegíveis foram apresentadas pelas fornecedoras, e mais de 30 que cumprem as exigências do programa estão listadas no site do DOE. Os compradores em massa de janelas, incluindo agências do governo, construtoras, reformadores energéticos e provedores de climatização terão acesso online aos vendedores cujos produtos estejam certificados e cumprindo as especificações para janelas com isolamento R-5 e Low-E. Os compradores podem então entrar em contato direto com o site dos vendedores


Comissão de Meio Ambiente debate sobre Construções Sustentáveis
Fonte: Portal Stylo - 14.06.2010
 
Brasil - A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados promove no próximo dia 24 um seminário que terá como tema construções sustentáveis.
 
Segundo o 1º Vice-Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, deputado João Oliveira (DEM), o evento tem como objetivo apresentar a importância da adoção de soluções de projetos e tecnologia em arquitetura e urbanismo com redução de custos e impactos.
 
Para o parlamentar, esses projetos possibilitam economia e uso eficiente de energia, combatendo o desperdício e promovendo o uso racional dos recursos naturais e renováveis em todo o ciclo de vida e ambiente construído.
 
João Oliveira afirmou que o Seminário Construções Sustentáveis terá vários painéis de discussão sobre as políticas públicas necessárias com vistas a permitir a utilização destas técnicas nas construções brasileiras.



Possibilidades tecnológicas na economia de energia

"Um dos grandes benefícios da utilização dos Inversores de Frequência é a economia de energia, principalmente no setor industrial, responsável pelo consumo de cerca de 50% do total de energia elétrica no país. “Melhorias nos motores elétricos e no seu gerenciamento podem significar redução de consumo de até 42%”, cita Grevinski, “o que se reflete em um meio ambiente mais saudável”."
Paranashop - 20.05.2010
 
Comentário

As possibilidades de se produzir o mesmo ou até mais não aumentando e às vezes diminuindo o gasto de energia são imensas, como demonstra a noticia acima. Não sei se correta, mas de qualquer modo deve-se ter atenção nas soluções tecnológicas mais que nas historinhas de extrema necessidade de grandes represas.


Pantanal

Tráfego liberado na ponte do Passo do Lontra

Depois de seis meses interditada a ponte sobre o rio Miranda na região do Passo do Lontra que foi
obstruída por um caminhão que trafegava por ela, está liberada. Todo o trabalho foi realizado pela Secretaria de Estado de Obras Públicas e de Transportes (SEOP) e a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul).

Além do trabalho de restauração da ponte de madeira, que é referência e atração turística na região, o Plano do Governo Estadual liberou 16 milhões para a implantação de uma segunda opção de travessia, essa feita com estrutura de concreto armado e ainda sem data de entrega definida.


Palestras

A Secretaria de Trabalho e Assistência Social do Estado de Mato Grosso do Sul (Setas) juntamente com o CENTHO (Centro de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia) coordenam o segundo ano do projeto “Educar para a vida é educar para a diversidade”.

Este ano o projeto acontecerá entre os meses de maio a agosto e contemplará 07 escolas estaduais espalhadas pela Capital. Com abordagens metodológicas diferenciadas serão ministradas oficinas sobre diversos temas, como: direitos humanos, gênero,juventude, saúde e meio ambiente e relações solidárias.

O diretor de políticas públicas da Ecoa, Luis Siqueira a convite da Secretaria, participará do ciclo de oficinas ministrando as palestras sobre o Meio Ambiente e Relações Solidárias.

O objetivo do projeto é levar aos jovens uma reflexão crítica sobre as diferenças, e a importância de contribuir para o desenvolvimento e respeito das relações sociais, para uma sociedade mais cidadã e igualitária.

Saiba mais sobre o assunto acessando www.setas.ms.gov.br
 


Enquete 03 a 14 de maio de 2010

Você usa o critério da sustentabilidade na hora de consumir algum produto ou serviço?

O resultado da enquete mostra que, a maioria dos pessoas que votaram em nossa enquete, nem sempre utilizam do critério da sustentabilidade ao consumirem determinados produtos. Veja:


·         Sempre  16,67%

·         Às Vezes  61,11%

·         Nunca 22,22%


Pesquisa responsabiliza agrotóxicos por casos de câncer

Fonte: Diário do Nordeste

Após dois anos de levantamento científico da Universidade Federal do Ceará (UFC), a médica e professora Raquel Rigotto, que lidera o grupo de pesquisa, diz que "a relação entre câncer e agrotóxicos está muito estabelecida, com diversos ativos e contaminantes, e não só câncer", explica a pesquisadora, que participou de uma audiência pública em Limoeiro do Norte sobre o impacto da pulverização aérea dos aditivos químicos nas lavouras cultivadas na Chapada do Apodi.

Clique aqui para ver a matéria na íntegra.


Energia concentra desembolso do BNDES

O BNDES desembolsou até agora R$ 69 bilhões para obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). O setor de energia representa 84,49% do montante liberado, com recursos de R$ 58,3 bilhões. O banco é o principal financiador de projetos como os das usinas hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau. Até março, o banco tinha em carteira 323 projetos, que somam R$ 123,2 bilhões em financiamentos e investimento total de R$ 216,2 bilhões.

Folha de S. Paulo, em 07/05/10


Mater Natura - Instituto de Estudos Ambientais

O Mater Natura - Instituto de Estudos Ambientais é uma associação civil ambientalista, sem fins lucrativos, de caráter científico, educacional e cultural. Nossa missão é:
Contribuir para a conservação da diversidade biológica e cultural, visando à melhoria da qualidade da vida.

Com uma história que se iniciou em 1983, após deliberações internas, em 1987 foi aprovado e registrado o nosso estatuto, que regulamenta as atividades institucionais. Em 2003, a Secretaria Nacional da Justiça nos qualificou como OSCIP - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público.

O Mater Natura tem a finalidade de atuar pela preservação, conservação, recuperação e manejo sustentável do meio ambiente, do patrimônio paisagístico e dos bens e valores culturais. Conta com uma estrutura organizacional responsável pela gestão e fiscalização de suas atividades, e uma equipe multidisciplinar que elabora e executa projetos em diversas áreas do conhecimento, assim como desenvolve e participa de ações de políticas públicas, atuando em conjunto com uma rede de parceiros.

Clique aqui e confira o boletim do mês de maio do instituto


Globo Universidade

No dia 24 de abril, o programa Globo Universidade abordou o universo da Espeleologia, a ciência que estuda as cavernas, com a participação do professor Paulo Boggiani, do Instituto de Geociências (USP) e conselheiro da Ecoa.

O programa acompanhou a primeira aula de campo de alunos de Geologia da Universidade de São Paulo (USP) no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira – PETAR, uma região montanhosa, de mata atlântica intocada, localizada no sul do estado de São Paulo.

Segundo Paulo Boggiani, “A Geologia é uma área que só é possível estudar no campo. Assim, nosso objetivo neste primeiro contato é despertar no aluno seu potencial de investigação.” O PETAR é uma região que abriga dezenas de cachoeiras, trilhas, sítios arqueológicos e muitas cavernas, formadas há mais de dois milhões de anos, devido ao terreno calcário e à força dos rios.

Confira o vídeo do programa clicando aqui.
 


Energia limpa?

Parece inacreditável, mas não é. Por mais que o Brasil seja um país com grande capacidade de ter uma matriz energética renovável e limpa, a escolha recai sempre à energia ‘suja’.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) divulgou nesta terça-feira através de seu novo Plano Decenal de Energia 2010-2010 que vai investir R$ 951 bilhões em energia até 2019, sendo que um dos setores privilegiados vai ser o de hidroeletricidade.

De forma indiscriminada a EPE aponta a necessidade da construção de 39 novas usinas hidrelétricas que ainda não foram licitadas. Elas terão capacidade de gerar 22,7 mil megawatts e começarão a entrar em operação a partir de 2014.

O que não está sendo ponderado é que este processo de geração de energia produz os mais diferentes tipos de impactos imagináveis. O modelo utilizado atualmente para a construção de hidrelétricas coloca em primeiro lugar, os interesses econômicos (privados). Só depois a discussão atinge outras esferas, como: AMBIENTAL E SOCIAL.
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A tendência da eficiência energética

Reportagem da Revista O Setor Elétrico mostra como o mundo aposta na eficiência energética como ferramenta para reduzir emissões de dióxido de carbono.

Confira mais clicando aqui.


Palestra

Diretor de Políticas Públicas da Ecoa, André Siqueira foi convidado pela Universidade Católica Dom Bosco para falar sobre "Desenvolvimento Integral de Comunidades" durante uma palestra para alunos do programa de Mestrado em Desenvolvimento Local.

Segundo André, os temas abordados durante sua palestra foram às ferramentas desenvolvidas pela organização na qual trabalha junto às comunidades em específico o estudo de caso da comunidade ribeirinha da Barra do São Lourenço.

A Ecoa agradece, e se sente lisonjeada ao convite feito pela Procuradora do Trabalho do Ministério Público Federal e pela Coordenadora do programa de Mestrado da UCDB e parabeniza a iniciativa da instituição em promover a apresentação de iniciativas locais e círculos de debates contribuindo para democracia  e para visibilidade aos povos vulneráveis do Estado e Pantanal. A atividade que aconteceu na terça-feira, 20/04 teve duração de 1h30min.




Brasil ataca.
Marcos Sá Correa no Estado de São Paulo escreveu sobre livro de Marc Douroujeanni e outros.

"Amazônia peruana é nossa"

"Está em marcha uma invasão do Peru por investimentos do Brasil, com estradas, poços de gás e petróleo, lavras, hidrelétricas, hidrovias, linhões e oleodutos, num 'pacote não anunciado oficialmente' que promete transformar aquele filão de Amazônia alheia num fornecedor quase passivo 'de energia e de matérias-primas baratas, além de permitir o acesso aos portos do Pacífico'. O ataque econômico está descrito, com forte sotaque de indignação, no livro Amazonia Peruana en 2001, de Marc Douroujeanni, Alberto Barandián e Diego Douroujeanni. O livro se baseia em dados oficiais e desenha 'uma hecatombe biológica'. E entope o leitor de argumentos ambientais e exemplos históricos para mostrar que, se 100% do que está previsto for feito, lá por 2141 terão escapado da praga desenvolvimentista menos de 30% da Amazônia peruana", artigo de Marcos Sá Correa - O Estado de S. Paulo, 23/4, Vida, p.A17.


Estimados amigos

Queremos comunicarles que ya está on line, lista para recibir sus consultas y aportes, la base de datos de distribución geográfica de peces de aguas continentales de Argentina, en el sitio de la Fundación Óga (www.fundacionoga.org.ar).

Se han incorporado especies halladas recientemente en el país, y se dispone de más de 11.000 registros georreferenciados. Los registros de cada especie se pueden ver además en un mapa interactivo.

El link para ingresar a la base de datos es: http://www.fundacionoga.org.ar/base_peces/inicio_texto.php.

Les pedimos por favor que nos hagan llegar los errores u omisiones que encuentren, copias de trabajos publicados y fotos de especies para incorporar a la base, y también sugerencias para mejorar las búsquedas o la presentación de la información, a la dirección electrónica base-peces@fundacionoga.org.ar.
¡Muchas gracias!
 
Jorge Liotta
Fundación Óga

 
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Deu em O Globo
Um parecer oficial contra Belo Monte
Nota técnica de Furnas e Eletrosul não recomenda estatais no projeto

Uma nota técnica elaborada por duas estatais de energia do grupo Eletrobras, Furnas e Eletrosul, indicou que a construção da usina de Belo Monte era um mau negócio.

Segundo o documento ao qual o GLOBO teve acesso e que foi elaborado dia 18 de abril, dois dias entes do leilão, uma análise do edital da obra, das condições de mercado e dos acordos entre as empresas que formavam o consórcio Belo Monte Energia alertava que não era seguro para as estatais participar do leilão.

O consórcio — que abrigava, além das duas subsidiárias da Eletrobras, a construtora Andrade Gutierrez, a Vale, a Neoenergia e a Companhia Brasileira de Alumínio, divisão do grupo Votorantim — acabou perdendo o leilão. Pequena lucratividade, riscos financeiros, da obra, do projeto e de operação foram apresentados como problemas que tornariam a obra pouco viável.

O documento, de uso interno das estatais, estima que a obra custará R$ 28,5 bilhões — bem acima da previsão oficial de R$ 19 bilhões. Mas isso nem é surpresa, já que todos os analistas consideravam os números do governo subestimados.

O que assustou os analistas das estatais foram os outros números do empreendimento. A taxa interna de retorno (a chamada TIR, que demonstra a margem de lucratividade de uma atividade financeira), foi estimada em apenas 3%, considerando riscos extras de questões ambientais e fundiárias de R$ 2,7 bilhões.

Mesmo que estes custos extras não se confirmem, a lucratividade do negócio é baixa: 4,4%, diz o documento. O valor é quase a metade da taxa prevista pelo governo, de 8%, que forçou essa margem às pressas, pouco antes do leilão, para tentar o sucesso da concorrência, visto que a previsão anterior era bem mais generosa e em linha com grandes empreendimentos de infraestrutura, com uma taxa de 12%.

De maneira geral, os técnicos das duas estatais indicam diversos problemas no projeto baseado na proposta do governo. Faltaram, segundo a nota, estudos geológico-geotécnicas.

Além disso, teria havido subavaliação dos custos ambientais, falta de recursos para seguros e uma precificações mais correta dos serviços de remoção da população local. Isso indica que tanto o governo como os consórcios — estimulados pelas estatais — entraram no negócio de forma açodada.

Ricardo Noblat - Texto publicado em seu Blog dia 23 de abril
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Banco Mundial
O Banco Mundial está disponibilizando base de dados estatísticos para  200 países do Mundo.
A informação para alguns países pode chegar até 50 anos.
A base de dados permite inclusive fazer download da informação para
uso conforme desejado.


http://data.worldbank.org/


Belo Monte

"No artigo "Belo Monte, ou a política como avatar" (Dinheiro, do dia 14/04 na Folha de S. Paulo), Marcelo Leite faz uma crítica à adesão do cineasta James Cameron à campanha contra a usina de Belo Monte.

Na opinião do colunista, foi um erro, que pode dar munição ao neonacionalismo antiambientalista e xenófobo que tem tomado o Congresso Nacional. Não concordamos com esse posicionamento, mas o respeitamos. Queremos questionar, porém, a afirmação de que "a maior vítima desse travesti da luta política é a objetividade possível.

Nenhum dos lados se presta a um debate substantivo sobre Belo Monte (...)".

De fato, é acintosa a decisão do governo de ignorar os próprios pareceres técnicos contrários à obra, em detrimento da Constituição. A sociedade civil, no entanto, não pode ser acusada de se furtar aos debates. Desde a década de 1980, elaboramos pesquisas e estudos técnicos, antropológicos, jurídicos e econômicos, com apoio de cientistas de todo o Brasil e do exterior, que embasam nosso posicionamento. E inúmeras vezes buscamos o diálogo com o governo, sendo solenemente ignorados.

Quanto a Cameron, acreditamos que a opinião pública deva ser confrontada com os aspectos emocionais que tocam os que se assustam e se comovem com a brutalidade do projeto de Belo Monte, sejam índios, sejam celebridades internacionais. A sensibilidade, por vezes, cumpre importante papel quando a razão se põe surda e muda."

ANTONIA MELO e RENATA PINHEIRO , Movimento Xingu Vivo para Sempre (Altamira, PA) para a Folha de S. Paulo do dia 15/04


& ETANOL
Toda Mídia / Folha de São Paulo- 13 de abril de 2010


A americana "Foreign Policy" postou longa reportagem abertamente contra o programa brasileiro do álcool, sob o título "O lado sujo da revolução energética limpa de Lula". Em suma, "o paraíso dos bicombustíveis do Brasil parece mais e mais com uma terra devastada".

Confira a matéria na íntegra clicando aqui


Belo Monte

"20 Artigo de Adriano Pires e Abel Holtz: 'Jóia da coroa' corre risco de virar herança maldita" *

Ainda em meio aos debates da construção da usina de Belo Monte, Adriano Pires e Abel Holtz escrevem sobre os riscos que o consórcio vencedor do leilão do próximo dia 20 deverá assumir, além dos problemas que, na pressa de construir o principal projeto do PAC, o governo possa estar causando a sociedade. Para ler o texto na íntegra, clique aqui.
 
(GEISEL-IE-UFRJ - 13.04.2010)


Vale a pena

Desastres naturais, um tema a ser estudado... Rio de Janeiro, Santa Catarina...... Confira no Comciencia
 
http://www.comciencia.br/comciencia/
 


Energia

O maior sistema de energia solar do mundo é inaugurado em Hasborn, na Alemanha; cerca de 147 mil placas, colocadas em uma área de 40 hectares, fornecerão energia para cerca de 3.400 famílias.

Fonte: Imagens do dia - Álbum de Fotos - UOL Notícias



Energia mais cara do mundo.

"As distribuidoras se preocupam exclusivamente se o poder público, que tem a responsabilidade de fiscalizá-las e controlá-las, concede mecanismos de regulação que lhes permitam cobrar essas tarifas que são as mais caras do mundo... Nos EUA, só o Havaí, de parcos recursos energéticos, tem tarifas mais caras ao consumidor. Todos os outros estados americanos têm tarifas mais baixas, embora tenham condições estruturais de suprimento muito superiores às nossas. Na Europa inteira, a nossa tarifa também seria das campeãs. Portanto, é assustador. A tarifa aumentou estrondosamente e o serviço se deteriora. Onde está o buraco? Na ausência do poder público na condução do comportamento das empresas privatizadas - e às vezes até estatais, por falta de recursos - para garantir a continuidade e qualidade dos serviços elétricos."

Ildo Sauer no Correio da Cidadania.
 


Dica de Leitura

“A Fraude da Celulose” é o resultado de uma dura realidade. Escrito pelo jornalista uruguaio Victor Bacchetta, expõe de maneira clara as consequências  que o plantio extensivo de árvores exóticas provocou e vem provocando nos ecossistemas e no tecido social do sul do continente. Traduzido pelo geógrafo Renzo Bassanetti.


Artigo

Bioma: O professor`Paulo Robson de Souza, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul divulga o artigo: O Conceito de Bioma

Clique aqui para acessar o documento


Hora do Planeta:

Hora do Planeta não empolga campo-grandenses

O ato simbólico de preocupação com as causas do aquecimento global, “Hora do Planeta”, contou com o apoio de um público razoável na capital sul-matogrossense, talvez pelo fato de muitos desconhecerem a iniciativa, ou por falta de vontade mesmo.

O movimento que aconteceu no dia 27 de março durou exatamente uma hora, entre 20h30 e 21h30. No Brasil, pelo menos 145 monumentos e locais públicos foram apagados.


Dica:

Encontre as últimas notícias sobre tudo o que te interessa

Já pensou em encontrar as últimas notícias sobre um assunto de seu interesse sem ter que vasculhar vários sites? Ou já sentiu necessidade de ter um segundo (ou terceiro) ponto de vista sobre uma notícia? O Busk foi pensado para ser a maneira mais simples de acessar múltiplas opiniões sobre um tema, organizando-as por sua data de publicação. Diferentemente da grande maioria dos buscadores, o Busk não procura por páginas, e sim por notícias. Reunimos o conteúdo de milhares de sites e blogs diariamente, o que gera um gigantesco banco de dados, inteiramente disponível. Quando você coloca um termo no campo de busca, vasculhamos o histórico de todas essas fontes e entregamos a você uma seleção de notícias, muitas delas com conteúdo na íntegra, incluindo fotos, vídeos e podcasts.

Confira: "Sobre o Mundo" http://busk.com/search/?q=f:%22Olhar 


Sugestão de leitura:

A Aguapé – Rede Pantanal de Educação Ambiental ou simplesmente, Rede Aguapé, existe desde 2003. Foi uma iniciativa construída em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Secretaria de Estado de Educação de MS (SED), Instituto de Meio Ambiente Pantanal (IMAP), organização não-governamental Mulheres em ação no Pantanal (MUPAN), Instituto Brasileiro de Inovações pró-Sociedade Saudável do Centro-Oeste (IBISS-CO) e a proponente Ecoa – Ecologia e Ação.

Por meio de um projeto com apoio financeiro do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Governo Federal, a Rede Aguapé e seus mecanismos de comunicação foram implementados. Este site, Revista Aguapé e uma lista de discussão são os principais meios de comunicação da rede. Só na lista virtual estão cadastrados mais de 150 pessoas.

A iniciativa, que desconsidera os limites geopolíticos sobre o ambiente natural, visa suprir uma necessidade de ambos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde se faz presente mais de 80% do Pantanal - indiretamente pretende atingir também populações pantaneiras do Paraguai e Bolívia.

Clique aqui para visualizar edições anteriores e fazer o download da revista.


Convite:

 Workshop sobra Avaliação Integrada de Sustentabilidade no contexto do Etanol.

Clique aqui para visualisar o convite.


Enquete:

Colocamos em nosso site durante o mês de janeiro a seguinte enquete:

Você concorda com o plantio de cana no Pantanal?

Resultado: 96,55% das pessoas responderam que não e 3,45% votaram que sim.

O jornal Correio do Estado também fez esta pergunta aos leitores em sua página virtual. Até o momento 82% das pessoas que opinaram se manifestaram contra, apenas 18% se dizem favoráveis.

Se você ainda não participou dessa enquete entre no site www.correiodoestado.com.br e vote, sua opinião é muito importante!


Dia Mundial da Água:

Confira aqui o Artigo: Dia da Vida por Marina Silva


"National Geographic" lança edição com imagens sobre Dia da Água; veja
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Folha Online

A revista "National Geographic Brasil" lança pela primeira vez, nesta segunda-feira (22), no Dia Mundial da Água, uma edição especial totalmente dedicada à situação da água no planeta.

A edição é lançada junto com representantes do movimento Planeta Sustentável e a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de S. Paulo).

Veja galeria com 13 imagens de divulgação da revista. 


 

Estimados colegas y amigos,

Hoy se celebra el Día Mundial del Agua. Cada año, las Naciones Unidas establece un tema de acción para enfocar los esfuerzos globales con miras a proteger este recurso vital para la vida, y este año de 2010 el tema es "Agua Limpia para un Mundo Sano", lo que resulta paradójico, pues 1,5 millones de niños mueren a cada año a causa de aguas insalubres y su falta. Nuestros arroyos, ríos y humedales reciben cada día más porquerías que el día anterior, por lo que el agua limpia es cada vez menos, y la salud de los ecosistemas, además de aquella de los niños, también sufre y merma.  Esto constituye el mayor dilema, en mi humilde opinión: "Avanzamos" en la ciencia y tecnología, y sin embargo, nos inundamos cada vez más en nuestros propios desechos.  En términos
simples, dos terceras partes de la humanidad despoja sus desechos sobre la otra tercera parte, y esto es grave.

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